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terça-feira, 22 de julho de 2025

Seu o meu povo que se chama pelo meu nome … - Pr Ronildo da Cruz Ribeiro

Seu o meu povo que se chama pelo meu nome …



2 Crônicas 7:14

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."


Contexto Histórico

2 Crônicas 7:14 está inserido no contexto da dedicação do Templo de Salomão, quando Deus responde à oração do rei (2 Cr 6:12-42) com uma promessa condicional. O versículo reflete a aliança entre Deus e Israel, destacando a importância da obediência e do arrependimento para a restauração nacional.


Condições e promessas

  1. Condição ("Se o meu povo...")

    • Humilhar-se: Reconhecimento da dependência de Deus, quebrantamento (cf. Tiago 4:10).

    • Orar: Comunicação com Deus, súplica por intervenção divina.

    • Buscar a face de Deus: Priorizar um relacionamento íntimo com Ele (Sl 27:8).

    • Converter-se dos maus caminhos: Arrependimento genuíno e abandono do pecado (Atos 3:19).


  1. Promessa ("Então eu...")

    • Ouvirei dos céus: Resposta divina à oração.

    • Perdoarei os pecados: Restauração espiritual (1 João 1:9).

    • Sararei a terra: Bênçãos materiais e sociais (curas, prosperidade, paz).


Aplicações Práticas

  • Para Israel: O versículo era um chamado ao avivamento nacional, especialmente em tempos de idolatria e crise.

  • Para a Igreja hoje: Princípios de humildade, oração e arrependimento permanecem essenciais para o avivamento (2 Cr 7:14 é frequentemente citado em contextos de renovação espiritual).

  • Para indivíduos: A restauração começa com uma postura de submissão a Deus e mudança de vida.


Lição Central

Deus é fiel para restaurar aqueles que se voltam para Ele com sinceridade. A bênção divina está vinculada à resposta humana de obediência e fé.


Conclusão:
2 Crônicas 7:14 é um convite à transformação, mostrando que o perdão e a cura—sejam espirituais ou coletivos—dependem de um coração humilde e comprometido com Deus.


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Pr. Ronil da Cruz Ribeiro

Gravataí RS, 22 de julho de 2025



domingo, 20 de julho de 2025

Adoração e cura - Pr Ronildo da Cruz Ribeiro

Adoração e Cura!



Texto para leitura: Salmos 103.1-13


O Salmo 103 é um hino de louvor e gratidão atribuído a Davi, destacando a bondade, misericórdia e compaixão de Deus para com Seu povo. Os versículos 1-13, em particular, enfatizam os benefícios divinos, o perdão e o amor incondicional de Deus, em contraste com a fragilidade humana e a eterna fidelidade do Senhor.


Do que trata o texto de Salmos 103.1-13?


1. Chamado ao Louvor (v. 1-2)

  1. "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome."

  • Davi ordena a sua própria alma a louvar a Deus, demonstrando que o culto começa no interior.

  • "Tudo o que há em mim" sugere uma adoração integral, com toda a vida (emoções, vontade, corpo).


  1. "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios."

  • A repetição reforça a importância de lembrar-se das bênçãos recebidas (cf. Deut. 6:12). Fomos libertos!

  • A ingratidão surge quando a memória falha, as boas lembranças são apagadas; o salmista nos exorta a recordar os atos de Deus, todos os seus benefícios.

2. Os benefícios de Deus (v. 3-5)

  1. v. 3: "É ele quem perdoa todas as tuas iniquidades, quem sara todas as tuas enfermidades."

  • Perdão e cura são as primeiras bênçãos citadas, mostrando que Deus restaura o ser humano por completo (espiritual e fisicamente). 

  • No contexto bíblico, enfermidades podem estar ligadas às consequências do pecado (cf. Tg. 5:15), mas também à compaixão divina (Ex. 15:26). 

  • Algumas vezes o Senhor nos permite, ou deixa sofrer para que possamos retornar aos seus caminhos! Isso se chama graça!

  1. v. 4: "Quem redime a tua vida da perdição, quem te coroa de benignidade e de misericórdia."

  1. v. 5: "Quem farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia."

  • A satisfação em Deus traz renovação física e espiritual (cf. Is. 40:31). A águia simboliza força e renovação.


3. A Justiça e Misericórdia de Deus (v. 6-10)

  1. v. 6: "O SENHOR faz justiça e juízo a todos os oprimidos."

  • Deus não é indiferente à injustiça; Ele age em favor dos vulneráveis (cf. Sl. 146:7).

  1. v. 7: "Manifestou os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel."

  • Aqui, ele faz referência ao Êxodo, quando Deus revelou Seu caráter (Ex. 34:6-7) e agiu poderosamente.

  1. v. 8-10: "Misericordioso e compassivo é o SENHOR... não repreende perpetuamente..."

  • Aqui ecoa a descrição de Deus em Êxodo 34:6: paciente, cheio de amor (hesed) e lento para a ira.

  • v. 10 destaca que Deus não nos trata conforme nossos pecados, revelando Sua graça.

4. A Grandeza do Amor de Deus (v. 11-13)

  1. v. 11: "Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem."

  • A analogia ilustra a incomensurável misericórdia divina (cf. Is. 55:9).

  1. v. 12: "Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto afasta de nós as nossas transgressões."

  • O perdão de Deus é radical: Ele remove totalmente o pecado (cf. Mq. 7:19).

  1. v. 13: "Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem."

  • Deus é comparado a um pai amoroso, mostrando Seu cuidado íntimo e pessoal (cf. Lc. 15:20).


Aplicação.

  1. Lembrança e Gratidão: O salmista insiste em lembrar os feitos de Deus para evitar a ingratidão.

  2. Perdão e Restauração: Deus não apenas perdoa, mas também cura, renova e dignifica.

  3. Misericórdia Divina: Seu amor é maior que a distância cósmica e remove o pecado completamente.

  4. Relacionamento familiar, Paternal: Deus trata Seus filhos com ternura e compaixão.

  • Lembre-se das bênçãos de Deus em sua vida, mesmo em tempos difíceis.

  • Confie no perdão divino, pois Ele não guarda rancor. Mude de vida — Arrependimento é uma mudança radical, mudança de rota!

  • Reconheça e aceite a paternidade amorosa de Deus, buscando um relacionamento de temor e intimidade.


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Pr. Ronildo da Cruz Ribeiro

Gravataí/RS, 20 de julho de 2025.





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