sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

DIA 01 O MOVER APOSTÓLICO Pr. Chad Miller



DIA 01

O MOVER APOSTÓLICO





O Movimento Apostólico que a IDPB está vivendo não nasceu de um plano humano, mas de uma sequência de experiências reais, profundas e inesperadas que revelaram o que Deus já estava preparando há anos. Quando olhamos para os relatos presentes neste material, percebemos uma linha contínua da ação de Deus: Ele chama, direciona, envia, capacita e surpreende. Muitas vezes, sem pedir permissão — apenas pedindo um “sim”.

Tudo começou de forma simples, quando o autor foi convidado para uma viagem missionária ao Amazonas. Ele não queria ir: responsabilidades, agenda cheia, rotina pastoral exigente… nada favorecia essa decisão. Porém, Deus falava no silêncio. A imagem de um barco chamado Apóstolo Nonato surgia repetidamente, como um lembrete de que havia algo maior preparado. Durante a cantata de Natal, ao cantar Noite Feliz, ele sentiu Deus lhe perguntar: “Todos aqui conhecem Jesus. Você não pode dar duas semanas para quem ainda não O conhece?”. Foi o primeiro “sim” que abriu um caminho inteiro.

Ao chegar ao Amazonas, ele encontrou um tipo de pastorado diferente. Pastores simples, sem títulos grandes, sem formação acadêmica extensa, mas com um amor imenso por suas igrejas — igrejas que eles mesmos haviam plantado, ganhando pessoas uma a uma para Cristo. Eles viviam Atos 2:42–47 de forma natural: comunidade, discipulado, evangelismo, perseverança e paixão. Ali, ele viu algo que não reconhecia facilmente nos Estados Unidos: o dom apostólico fluindo espontaneamente. Era um chamado real, visível, evidente.

Anos depois, durante uma reunião de pastores em Itacoatiara, outra cena inesquecível aconteceu. Após muita discussão sobre “apóstolos modernos” e o significado bíblico do termo, um pastor jovem, andando com passos firmes, parou no meio da igreja e declarou com força: “Eu quero ser um pastor apostólico!”. Não buscava título. Buscava vida, missão, propósito. Buscava ser como os primeiros líderes da Igreja: homens cheios do Espírito, que plantavam igrejas, faziam discípulos e mudavam cidades inteiras.

Essa declaração expôs algo profundo: o Movimento Apostólico é, principalmente, um desejo do coração de Deus para o Seu povo — que cada crente viva seus dons, use seu chamado e responda à Grande Comissão. Jesus não deixou um método para nomear novos apóstolos, mas deixou algo ainda maior: os dons espirituais.

Ele distribui como quer, quando quer, sobre quem quer. E o dom apostólico — fundamento para os demais — estava claramente sendo derramado sobre os pastores da IDPB.

Outro marco desse mover aconteceu com um grupo de doze jovens que, em uma reunião de oração, receberam do Espírito Santo a direção para ir à Bolívia plantar uma igreja. Eram jovens inexperientes, sem recursos, muitos nunca haviam saído do país.

Quando o pastor tentou conter o impulso, eles responderam com maturidade e humildade: “Pastor, não pedimos sua permissão. Pedimos a sua bênção.” Assim como em Atos 8, quando a perseguição dispersou os cristãos, Deus estava movendo aqueles jovens para fora — sem pedir permissão para iniciar o que Ele mesmo havia planejado.

Eles foram. Passaram lutas, desafios, privações. Mas permaneceram. Hoje, existe ali uma igreja forte, com múltiplas congregações e discípulos sendo enviados para a Argentina. Mais uma vez, era Deus dizendo: “Eu não preciso da sua permissão. Mas se você Me obedecer, Eu te darei a Minha bênção.”

O Movimento Apostólico também se revela com intensidade entre os jovens do SIM. O autor, ao perceber a profundidade do chamado daquela geração, levou pequenas cruzes feitas da madeira da antiga cruz de sua igreja. Cada jovem recebeu uma.

Era um símbolo do envio, um lembrete de que eles fazem parte do novo Diaspora: pessoas chamadas a ir, a pregar, a plantar, a multiplicar. Outro ponto fundamental deste material é um dos maiores momentos de sermão já vividos, quando o Presidente da IDPB declarou diante do PCG nos Estados Unidos: “Muitos dizem que querem ser pastores. A primeira coisa que pergunto é: mostre-me seus discípulos.” Essa frase sintetiza o coração do Movimento Apostólico: fazer discípulos, cumprir a missão, reproduzir vidas.

Hoje, olhando tudo o que Deus tem feito — pastores despertados, jovens enviados, igrejas multiplicadas, dons ativados — é impossível negar: estamos vivendo um Movimento Apostólico real, presente e crescente. Deus está movendo a IDPB como moveu a Igreja do primeiro século. Ele está levantando homens e mulheres dispostos a dizer “sim”.


Perguntas para Aplicação Pessoal

1. Você está preparado para responder “SIM” a este Ano do Movimento Apostólico?

2. Quais são seus dons espirituais e como planeja usá-los em sua vida agora e no futuro?

3. Se você ainda não conversou com seu pastor ou mentor espiritual sobre seus dons e o seu papel no Reino, poderia fazer isso?


Oração

Pai, fala comigo com Tua voz suave e silenciosa. O que quer que o Senhor diga, ajuda-me a dizer “sim” e fazer o meu melhor. Em nome de Jesus, amém.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

A bênção em todas as coisas O propósito de Deus em Romanos 8:28 - Pr Ronildo da Cruz Ribeiro


Texto Base: Romanos 8:28 (ARA) – “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”



Introdução:


  • Em um mundo marcado por incertezas, sofrimentos e escolhas difíceis, a palavra “benção” muitas vezes é reduzida a um conceito superficial.
  • Associamo-la à prosperidade material, à saúde plena, aos momentos de alegria inabalável.

  • Mas, e quando a vida nos apresenta o oposto? Onde está a bênção na perda, na doença, na decepção ou na espera? O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, nos apresenta uma verdade profunda e transformadora sobre a natureza da bênção de Deus.

  • Ele não promete uma vida isenta de problemas, mas revela um princípio divino que opera em e através de todas as coisas.

  • A verdadeira bênção não está necessariamente na circunstância, mas no propósito de Deus que se cumpre por meio dela.

I. O Alicerce da Benção: “Sabemos…” — Uma Certeza na Fé


Paulo começa com uma declaração ousada: “Sabemos…”. Esta não é uma esperança vaga ou um otimismo barato. É um conhecimento firme, baseado no caráter de Deus revelado em Cristo.

É uma certeza que se apoia na fidelidade de Deus, não na instabilidade das nossas emoções ou situações.

A bênção de um propósito soberano é primeiro uma questão de fé. Precisamos crer que Deus é bom, mesmo quando as circunstâncias gritam o contrário.

Nosso “saber” é ancorado na cruz, onde a pior das coisas (a morte do Filho de Deus) foi transformada na maior das bênçãos (a salvação da humanidade).

II. O Alcance da Benção: “Todas as coisas…” — A Soberania nas Circunstâncias


A extensão da promessa é radical: “todas as coisas”. Isso inclui:

As coisas boas: as alegrias, os êxitos, os dons.

As coisas difíceis: as perdas, as enfermidades, as injustiças.

As coisas que escolhemos: nossas decisões acertadas.

As coisas que nos sobrevêm: as tragédias inesperadas.

Até mesmo os nossos erros e fracassos: quando entregues a Ele em arrependimento.

Nada fica fora do alcance do poder redentor de Deus. Ele não é o autor do mal (Tiago 1:13), mas, em sua soberania, é capaz de pegar os fios quebrados da nossa história e tecê-los em um propósito maior.

A bênção não está no evento em si, mas na capacidade de Deus de fazê-lo cooperar para um fim bom.

III. A Natureza da Benção: “Cooperam para o bem…” — Um Processo com Propósito


A palavra “cooperam” é vital. Ela sugere um trabalho conjunto, uma sinfonia, mesmo quando ouvimos apenas dissonância.

As coisas não são boas em si mesmas (a dor ainda é dor, a perda ainda dói), mas Deus as faz trabalhar juntas, como ferramentas em suas mãos, para produzir um resultado benéfico.

O “bem” aqui não é necessariamente conforto material ou sucesso humano. O contexto de Romanos 8 aponta para o “bem” supremo: sermos conformados à imagem de Cristo (v. 29).

A maior bênção é o nosso crescimento espiritual, nosso caráter moldado, nossa dependência fortalecida, nossa semelhança com Jesus aumentada. Deus usa todas as coisas como um laboratório para nos santificar.

IV. Os Recipientes da Benção: “Para aqueles que amam a Deus, os que são chamados segundo o seu propósito.” — Uma Relação de Amor e Chamado



A promessa não é universal. Ela é para um grupo específico:

“Aqueles que amam a Deus”: Refere-se à nossa resposta de fé e devoção. É um relacionamento de amor e confiança.

“Chamados segundo o seu propósito”: Aponta para a iniciativa graciosa de Deus.

Antes de amá-Lo, fomos amados e chamados por Ele para participarmos do seu plano eterno.

A bênção do propósito está intimamente ligada a um relacionamento. Quanto mais nos entregamos a Ele em amor, mais claramente discerniremos seu propósito trabalhando em tudo.

Nosso chamado é para sermos seus filhos (Romanos 8:14-17), e um bom Pai usa todas as experiências para o crescimento e o bem de seus filhos.

Conclusão e aplicação:


Romanos 8:28 não é um amuleto da sorte ou uma garantia de que tudo sairá como planejamos. É a rocha firme da promessa de que, em Cristo, nada na nossa vida é desperdiçado.

A verdadeira bênção, portanto, é a certeza do propósito.

É a paz que invade o coração no meio da tempestade, porque sabemos que o Capitão do barco está no controle.

É a esperança que persiste no vale, porque sabemos que ele é um caminho, não um destino final.

Como responder a esta verdade?


Confie no caráter de Deus. Quando não entender o “como” ou o “porquê”, lembre-se do “Quem”. Ele é bom, sábio e poderoso.

Busque o crescimento, não apenas o alívio. Em vez de apenas orar para que a situação passe, ore: “Deus, o que você quer me ensinar nisso? Como posso ser mais como Jesus através disso?”

Revise sua história com olhos de fé. Olhe para trás e veja como Deus usou momentos difíceis para levá-lo a onde você está hoje. Isso fortalecerá sua fé para o futuro.

Ame a Deus mais profundamente. A promessa é para os que O amam. Apegue-se a Ele. Na comunhão com Deus, encontramos a força para crer que todas as coisas, de fato, cooperam para o nosso bem.

Encerramento:

Irmãos, hoje você pode estar carregando um fardo que parece não fazer sentido. Você pode olhar para uma circunstância e perguntar: “Onde está a bênção nisso?”.

A Palavra de Deus responde: a bênção está no propósito invisível do oleiro, moldando o vaso.

A bênção está na mão que segura a tesoura, podando a videira para que dê mais fruto. A bênção está na promessa de que, para os que estão em Cristo, o quadro final será lindo, mesmo que as pinceladas individuais sejam escuras.

Agradeça a Deus não por todas as coisas, mas na certeza de que Ele trabalha em todas as coisas. Essa é a bênção inabalável de sermos chamados, amados e transformados pelo propósito eterno de Deus.

Que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo nos capacitem a viver e descansar nesta verdade. Amém.


____________________
Ronildo da Cruz Ribeiro
Gravataí/RS, 08 de janeiro de 2026


Pesquisa e adaptação:
Imagens geradas pelo Gemini da Google
Versão bíblica usada: NVT

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Dia das Bruxas, ou Halloween!

Dia das Bruxas, ou Halloween!


Hoje, 31 de outubro, é celebrado em muitos lugares pelo mundo o Halloween. Muitos rituais são celebrados, cultos, missas negras e oferendas são amplamente realizadas como forma cultural, mas tudo isso vai além.


Hoje é o dia em que alguns portais espirituais são abertos, e algumas entidades têm acesso através de seus hospedeiros, chamados também de cavalos.


Aqui no sul do Brasil, haverá cultos em honra e homenagens a essas entidades espirituais. Logo, quero te convidar a estarmos juntos com muitos outros cristãos a estarmos orando por nosso país, estados e municípios. 


  • Ore por sua cidade.

  • Ore por sua casa.

  • Ore por sua família — seus descendentes.

  • Ore por conversões a Jesus.

  • Ore por sua segurança.


Quero te convidar para que, ao meio-dia e às 18 horas de hoje, você pare e faça uma oração, sozinho ou com sua família. Vou deixar duas orações.



Primeira oração: do meio-dia!

Minha Oração de Confiança no Altíssimo - Salmos 91


Em Ti, ó Senhor, meu Deus, eu encontro o meu refúgio.
Em Tua sombra protetora eu faço a minha morada.
Eu Te digo: Tu és o meu abrigo e a minha fortaleza,
Tu és o meu Deus, em quem eu confio plenamente.


Sim, é Tu quem me livras de toda armadilha oculta
E me proteges de todo mal e doença.
Com Tuas próprias asas Tu me cobres e escondes;
Sob Tuas penas encontro seguro descanso.
Tua fidelidade é o meu escudo e a minha proteção.


Não temerei o terror da noite,
Nem a seta que voa de dia,
Nem a peste que vagueia na escuridão,
Nem o mal que devasta ao meio-dia.


Ainda que mil caiam ao meu lado,
E dez mil à minha direita,
A mim, o mal não me atingirá.
Somente com meus olhos eu verei
E contemplarei a recompensa dos ímpios.


Porque fiz do Senhor, o Altíssimo, o meu refúgio,
E escolhi o Todo-Poderoso como a minha habitação,
Nenhum mal poderá chegar até mim,
Nenhum desastre se aproximará da minha tenda.


Pois a seus anjos Tu ordenaste a meu respeito
Para me guardarem em todos os meus caminhos.
Eles me sustentarão em suas mãos,
Para que eu nem mesmo tropece em alguma pedra.


Eu pisarei sobre leões e cobras;
Calcarei aos pés o leão forte e a serpente.


"Porque ele me ama", diz o Senhor, "eu o resgatarei;
Eu o protegerei, pois ele conhece o meu Nome.
Quando ele me clamar, eu lhe responderei;
Na angústia, eu estarei com ele.
Eu o livrarei e o honrarei.
Com longa vida eu o satisfarei
E lhe mostrarei a minha salvação."


Amém.


Segunda oração: às 18 horas!

Minha oração com a Armadura de Deus - Efésio 6:10-18


Pai Celestial, eu Te agradeço porque, em Tua força, eu posso ser forte. Hoje, venho a Ti e visto toda a armadura que Tu me proporcionaste, para que eu possa permanecer firme contra as cilhas do inimigo.


Em nome de Jesus, eu visto o cinto da verdade.
Que a Tua verdade, ó Deus, seja o fundamento que cerca todo o meu ser. Guarda-me da mentira e do engano, e que eu viva em Tua integridade.


Eu visto a couraça da justiça.
Cobre o meu coração, as minhas emoções e a minha vida com a justiça de Cristo. Que as minhas atitudes e motivações sejam protegidas e retas diante de Ti.


Calço os meus pés com a prontidão do evangelho da paz.
Onde quer que eu pisar hoje, que eu leve a Tua paz. Que os meus passos sejam firmados na Tua vontade, levando boas-novas e não causando contenda.


Também tomo o escudo da fé.
Com ele, posso extinguir todas as setas inflamadas do mal. Aumenta a minha fé, Senhor, para que eu confie em Ti plenamente, mesmo quando não compreendo. Que este escudo me proteja de toda dúvida, medo e desânimo.


Eu tomo e visto o capacete da salvação.
Protege a minha mente, os meus pensamentos e a minha imaginação. Que eu lembre sempre da minha identidade em Cristo e que a minha mente seja renovada pela Tua Palavra, guardando-me de pensamentos de condenação e derrota.

E agora, Senhor, tomo em minhas mãos a espada do Espírito, que é a Tua Palavra.
Ajuda-me a não apenas tê-la, mas a usá-la com sabedoria e precisão. Que o Teu Espírito me lembre da Tua verdade no momento exato em que eu precisar, para declarar a Tua vitória em toda situação.


Em tudo isso, ó Deus, eu me comprometo a orar no Espírito em todos os momentos.
Mantém-me vigilante e perseverante em oração, intercedendo por todos os santos.


Obrigado, Pai, porque não confio na minha própria força, mas na Tua. Tu já me deste toda a proteção espiritual de que eu preciso. Eu me firmo em Ti hoje.


Em nome do poderoso Jesus, Amém.


sexta-feira, 25 de julho de 2025

FRUTOS DE UMA DECISÃO - Pr Emídio dos Anjos

FRUTOS DE UMA DECISÃO      

ÊXODO 3.1-6


INTRODUÇÃO

Sejam todos muito bem-vindos à casa do Senhor! 

Na semana passada, refletimos sobre a escolha de Moisés — um homem que renunciou ao título de "filho da filha de Faraó", hoje, queremos dar continuidade a essa mensagem, olhando além da renúncia: vamos refletir sobre o que aconteceu depois daquela decisão. 

A Palavra nos mostra que, ao abrir mão de uma vida de conforto e status, Moisés não ficou parado. Ele deu um passo adiante: escolheu se apegar à vontade de Deus. Ele não apenas deixou um estilo de vida — ele abraçou um chamado. Não foi só uma renúncia, foi um compromisso. Moisés trocou os palácios do Egito pela presença de Deus, a glória humana pela missão divina. 

E é sobre isso que vamos falar hoje: o poder que há na decisão de renunciar e o que Deus pode fazer com um coração totalmente entregue.


1. UM DIA INESQUECÍVEL — Êxodo 3.1–6

Neste trecho, vemos um dos momentos mais marcantes da vida de Moisés: o encontro com Deus na sarça ardente. Um episódio que mudou completamente o rumo da sua história. Vamos refletir em quatro aspectos poderosos desse momento:


(a) um encontro sobrenatural: 

O que aconteceu naquele dia, não foi algo comum — foi sobrenatural. A sarça ardia, mas não se consumia. Aquilo não era apenas um fenômeno natural, era a manifestação da glória de Deus chamando Moisés pelo nome. 

Todos nós precisamos de um dia assim, um dia em que Deus nos encontre e mude nossa direção. 


(b) A renúncia que levou ao encontro: 

A decisão de Moisés de romper com o Egito — símbolo de escravidão, cativeiro e opressão — abriu caminho para esse encontro com Deus. 

Moisés abandonou os palácios para pastorear ovelhas no deserto, mas foi ali, no anonimato e na simplicidade, que Deus o chamou. 

O mundo pode olhar e ver perda, mas Deus vê preparo. 


(c) A necessidade de romper com o Egito: 

Dificilmente experimentaremos algo profundo e sobrenatural com Deus enquanto ainda estivermos apegados às propostas do Egito. 

O “Egito” de hoje pode ser o pecado, o orgulho, a vaidade, a busca por reconhecimento humano. Enquanto essas correntes não forem quebradas, a sarça pode até queimar perto de nós, mas não ouviremos a voz que sai dela. 


(d) Sair do Egito é uma decisão individual: 

A libertação começa com uma escolha pessoal. Ninguém pode tomar essa decisão por você. Moisés teve que deixar o Egito para trás por conta própria. O mesmo vale para nós: sair do Egito espiritual exige coragem, fé e obediência. Mas é essa decisão que nos posiciona para viver o propósito que Deus preparou.


2. UMA MISSÃO — Êxodo 3.11

Depois de sua decisão de romper com o Egito e de seu encontro com Deus, Moisés recebe aquilo que todo coração transformado anseia: uma missão, um propósito divino. 


(a) uma nova fase pós-renúncia: 

Após a renúncia, vem o envio. Moisés, agora com o coração moldado no deserto e os olhos voltados para Deus, é chamado para uma missão. 

Deus não apenas o liberta do passado — Ele o envia para libertar outros. 

É assim que o Reino funciona: quem é alcançado, se torna instrumento para alcançar


(b) O sentido da vida começa a se revelar: 

Neste momento, tudo começa a fazer sentido. O passado de Moisés, seu nascimento no Egito, sua criação no palácio, sua fuga, o tempo no deserto — nada foi em vão.

 As peças do quebra-cabeça começam a se encaixar. Deus estava usando tudo para prepará-lo. 


(c) Deus já tinha tudo planejado: 

É poderoso pensar que Deus tinha um plano completo para a vida de Moisés — só aguardava o momento em que ele estivesse livre do Egito, não só fisicamente, mas emocional e espiritualmente. 

Ele precisava aprender no deserto, pois era ali que conduziria o povo. 

Primeiro, Deus forma o homem, depois entrega a missão. 


(d) Um coração comprometido com o Reino: 

É lindo ver alguém que abraça com todas as forças a obra de Deus. 

Moisés colocou seus dons, experiências, medos e até suas limitações nas mãos do Senhor. Ele não era perfeito, mas era disponível. 

Deus usa exatamente isso: um coração disposto, comprometido, cheio de temor. 


(e) uma missão assumida com responsabilidade: 

Moisés poderia ter fugido do chamado — e até tentou recuar — mas, no fim, ele assumiu sua missão com seriedade. 

Não era mais sobre ele, era sobre um povo. Era sobre obedecer. 

E quando alguém se entrega de verdade à obra de Deus, grandes coisas começam a acontecer.


3. UM NOVO MOISÉS — Êxodo 4.20 

Após renunciar, ser chamado e receber sua missão, Moisés retorna — mas não como o mesmo homem que um dia fugiu do Egito. Ele volta como um novo homem, transformado pelo encontro com Deus e preparado para o propósito que o aguardava. 


(a) O retorno de um homem transformado: 

Neste versículo, vemos Moisés voltando para o Egito — mas agora ele não volta como fugitivo, e sim como um enviado. Aquele que um dia fugiu com medo agora retorna com autoridade. Ele é a prova viva de que uma decisão certa, tomada no centro da vontade de Deus, tem poder para mudar completamente uma vida. 


(b) Uma nova mentalidade: 

Moisés volta com uma nova mente, renovada pela Palavra e pela presença de Deus. Ele não carrega mais a mentalidade do Egito — sua identidade agora está firmada como parte do povo de Deus. 

As ofertas do Egito já não fazem mais sentido. Ele entendeu que ser parte do Reino é infinitamente maior do que qualquer status ou conforto terreno. 


(c) Um homem com hábitos e visão transformados: 

O deserto não apenas o afastou do Egito — o deserto o ensinou a depender de Deus. Seus hábitos mudaram, sua perspectiva foi ajustada. Ele já não age segundo a lógica humana, mas segundo a visão do céu. É isso que acontece quando passamos tempo com Deus: começamos a ver como Ele vê. 


(d) um líder consciente de sua identidade e missão: 

Agora, Moisés carrega mais do que um cajado — ele carrega uma missão. Ele sabe quem representa. É o porta-voz do “EU SOU”. Ele volta com autoridade espiritual, convicção interior e consciência plena de que está sendo usado por Deus para algo muito maior do que ele mesmo.


4. UM LIBERTADOR E UM SERVO — Êxodo 12.41

A história de Moisés não termina com o chamado — ela se consuma no cumprimento da missão. Ele se torna aquilo que Deus havia planejado desde o início: um libertador, mas também um servo fiel. 


(a) O fruto de uma decisão correta: 

Moisés escolheu o caminho da renúncia, da obediência e do compromisso com Deus — e o resultado é extraordinário. Deus o levanta como instrumento de salvação para o seu povo. 

Moisés se torna uma ponte entre a escravidão e a liberdade, entre o clamor e o cumprimento da promessa. 

Quando decidimos andar com Deus, Ele transforma nossas escolhas em bênçãos para muitos. 


(b) um condutor rumo à promessa

Moisés não apenas tirou o povo do Egito, ele os guiou pelo deserto. Ele foi a liderança firme em meio à crise, o referencial no meio da dúvida, o canal de direção em tempos de incerteza. 

Deus usa Moisés para conduzir o povo em direção à Terra Prometida — e isso nos mostra que servir a Deus é um chamado contínuo, que exige perseverança, fé e visão. 


(c) Um homem que atrai a presença de Deus

Moisés era mais do que um líder — ele era íntimo de Deus. O povo via a nuvem, mas Moisés ouvia a voz. Ele subia ao monte, falava face a face com o Senhor e descia com o rosto resplandecente. Ele carregava a presença de Deus, e onde Moisés estava, havia direção, havia temor, havia manifestação divina. A alegria incomparável de ser usado por Deus:

Existe uma alegria que nenhuma riqueza ou conquista humana pode oferecer: a alegria de ser um instrumento nas mãos do Criador. Moisés experimentou essa alegria — a de cooperar com o plano eterno de Deus, de ver vidas sendo libertas, de ser canal de transformação. 

Essa é a verdadeira realização: saber que a nossa vida serviu para glorificar a Deus e abençoar outros.


6. APELO — UM CHAMADO À DECISÃO

Queremos orar por você.

  • Por aqueles que desejam seguir o exemplo de Moisés.

  • Por aqueles que anseiam ter uma experiência sobrenatural com Deus.

  • Por aqueles que entendem haver um propósito maior para suas vidas e desejam vivê-lo.

  • Por aqueles que sentem que chegou o tempo de viver uma nova etapa no Reino de Deus.



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Dízimos & Ofertas

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TRANSBORDANDO EM TODA A BOA OBRA

Texto bíblico para leitura: 2 Coríntios 9:7-8

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus é poderoso para lhes conceder toda graça, para que, em todas as coisas e em todo tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra."


1. CADA UM CONTRIBUA 

Ofertar é algo pessoal. No Antigo Testamento, ninguém se apresentava diante do Senhor de mãos vazias. E hoje não é diferente. Cada um de nós é chamado a apresentar sua oferta como expressão individual de gratidão e amor a Deus. É entre você e Deus.


2. SEGUNDO PROPÔS NO CORAÇÃO

Como estamos entregando algo ao Senhor? A Palavra nos ensina que nossa oferta precisa vir do coração. Não é o valor que Deus olha — mas a sinceridade e o propósito com que ofertamos. Que nossa entrega hoje seja um reflexo da nossa gratidão e fé.


3. E DEUS É PODEROSO PARA LHES CONCEDER TODA GRAÇA 

Isso significa não haver limites para o que Ele pode fazer por nós, mas vocês transbordarão em toda boa obra segundo a palavra. 

Não estamos falando de alguém limitado como os homens — mas de um Deus capaz de fazer milagres, para a boa obra ser feita em nossa vida e nosso testemunho alcance outras pessoas. Então, hoje, que possamos agradar o coração do Senhor com aquilo que iremos entregar a Ele.


4. CONVIDO TODOS A FICAREM EM PÉ E LEVANTAR O SEU ENVELOPE E DIZER

- Pai, amado e santo, aqui está a minha oferta e o dízimo. Com amor e gratidão, entrego a Ti. Abre portas para mim. Cumpre em mim a tua boa Palavra, em nome de Jesus.


5. QUERO DECLARAR BENÇÃOS A VOCÊ. 

  • Que os teus celeiros sejam cheios. 

  • Que os seus lagares transbordem, que a sua colheita seja grande e maior do que você jamais imaginou e que você possa ver o agir de Deus. 

  • Que a saúde física, emocional e espiritual venha sobre você. 

  • Que uma porta se abra para você em nome de Jesus.


DIA 01 O MOVER APOSTÓLICO Pr. Chad Miller

DIA 01 O MOVER APOSTÓLICO Pr. Chad Miller O Movimento Apostólico que a IDPB está vivendo não nasceu de um plano humano, mas de uma sequência...